Marcelo de Oliveira Santos

De CruzeiroPédia .:. A História do Cruzeiro Esporte Clube
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Marcelo de Oliveira Santos.jpg
Números totais
Número de jogos 169
Vitórias 106
Empates 32
Derrotas 31
Gols pró 325
Gols contra 147
Aproveitamento em pontos 69,03%
Aproveitamento de vitórias 62,72%
Último jogo considerado
31/05/2015 - Figueirense 2 x 1 Cruzeiro
Substituiu Foi substituido por

2012 Celso Roth Luxemburgo 2015

Nota: Este artigo é sobre o treinador. Para o jogador, veja: Marcelo Oliveira Ferreira


Marcelo de Oliveira Santos, mais conhecido como Marcelo Oliveira, foi técnico do Cruzeiro entre dezembro de 2012 e junho de 2015. Ele foi anunciado no dia 3 de dezembro de 2012[1][2][3][4][5] para substituir Celso Roth e foi demitido no dia 2 de junho de 2015, sendo substituído por Vanderlei Luxemburgo.

Estreou na vitória de 4 a 1 em um amistoso contra o Mamoré no dia 27 de janeiro de 2013. O primeiro jogo válido por uma competição foi a vitória sobre o Atlético-MG por 2x1 na reestreia do Mineirão. Último jogo que comandou a equipe celeste foi na derrota de 2 a 1 para o Figueirense no Orlando Scarpelli.


Antes do anúncio, a novela

O Cruzeiro fez o acerto com o treinador no início de novembro de 2012. No dia 14 de novembro, o presidente Gilvan bancou a contratação de Marcelo, mesmo diante de pressões da torcida. Na semana seguinte, o mandatário recuou e confessou que poderia rever a decisão.

Na ocasião, foi oferecido o técnico Jorge Fossati, do Cerro Porteño do Paraguai. Gilvan aprovou o nome e autorizou o empresário uruguaio Edgar Goulart a fazer contato com o agente do treinador Gabriel Morales. Fossati gostou muito da ideia de treinar o Cruzeiro, mas a conversa não foi adiante porque o clube celeste achou melhor não desfazer o acordo com Marcelo Oliveira.

Antes da apresentação o nome de Marcelo Oliveira tinha grande rejeição da torcida.[6] [7]

Passagem

Apresentação

O treinador foi apresentado no dia 3 de dezembro de 2012. Prometendo aproveitamento da base[8] elogiando os reforços e a manutenção do meia Montillo[9]. O jogador no entanto foi negociado com o Santos pouco tempo depois.


Apresentação

Início

O técnico Marcelo Oliveira ficou satisfeito com o início da temporada 2013. Para o comandante do Cruzeiro, os atletas têm tido responsabilidade e compromisso com os objetivos traçados pela comissão técnica. O treinador não perde a oportunidade de elogiar os jogadores cruzeirenses, que, para ele, têm tido um comportamento exemplar.[10]

Marcelo avalia inicio dos trabalhos na apresentação. Imagens do treino

50 jogos

Com perfil tranquilo, o treinador disse que críticas injustas o tiram do sério. E questionado sobre o melhor jogador do Brasileirão, apontou um craque de outra equipe. A entrevista completa você confere abaixo.

Qual avaliação você faz de todo o período no Cruzeiro até esses 50 jogos?

É uma honra estar trabalhando há 50 jogos e pouco mais de 9 meses num clube grande do Brasil, porque a função de técnico aqui é muito instável. Pretendo, não só cumprir meu contrato, mas quem sabe dar sequência no trabalho, que, na minha avaliação, está indo muito bem por uma combinação de aspectos, estrutura com qualidade do elenco e trabalho consistente da comissão técnica.

Com aproveitamento superior a 80%, a rejeição inicial da torcida se transformou em apoio quase unânime. Você considera que a sua ligação com o Atlético já foi esquecida? E como avalia sua identificação com o Cruzeiro?

Historicamente, já aconteceu com outros profissionais e talvez tenham passado pela mesma situação. O início com um pouco de desconfiança, não em relação à competência, ao trabalho, mas em relação ao aspecto rivalidade. Acho que, logo no início, já foi superado, na medida em que começamos o trabalho e as pessoas perceberam que o trabalho é comprometido e sério. Esperamos que seja coroado, que possa ser enfatizada essa ação do profissional acima de qualquer coisa.

Ter vencido três de quatro clássicos foi importante para sua afirmação junto à torcida?

Mais importante é conquista. E a gente está num caminho seguro para conquistar o Brasileiro, embora tenha muitos jogos pela frente. Mas, clássicos também ficam marcados. O clássico, para o jogador e o técnico, é consagrador, como também pode ficar marcado quando o resultado não vem.

No Coritiba, você bateu recorde mundial de vitórias consecutivas e foi vice-campeão da Copa do Brasil por duas vezes. No entanto, você considera que seu momento atual no Cruzeiro já pode ser considerado o melhor da carreira?

O momento é muito bom. Abrir 11 pontos num Campeonato Brasileiro concorrido como é, com grandes equipes e investimentos, mostra o trabalho de equipe em conjunto do Cruzeiro muito bom. Para mim, está sendo excepcional pelo amadurecimento, pelo fortalecimento do trabalho. Agora, precisamos concretizar isso com o título.

Até aqui, quais foram o melhor e o pior momento no Cruzeiro?

Para formamos um time, necessitamos fazer testes, experimentar jogadores e ir ajustando. Foi assim que fizemos desde o início do ano, embora os resultados fossem muito bons, até no Campeonato Mineiro. Acabamos quatro pontos à frente do campeão no Mineiro. A equipe foi ajustando ao longo Brasileiro e sabemos hoje que temos um time equilibrado entre defesa e ataque, com melhor ataque e segunda melhor defesa. Quase sempre me senti muito bem, muito confiante e muito seguro. Essa segurança também veio dos torcedores. E o pior momento foi a inesperada e prematura saída da Copa do Brasil, numa noite muito infeliz do nosso time e de nós todos aqui.

Após a eliminação na Copa do Brasil, o diretor Alexandre Mattos impediu que jogadores e você concedessem entrevista coletiva. Em quê a eliminação diante do Flamengo e a repercussão daquele resultado influenciaram para a boa campanha no Brasileirão?

Aquela foi uma iniciativa da diretoria. Eu estava pronto para falar, gosto de falar das vitórias e explicar quando as coisas não saem e tentando observar onde erramos. Embora tivéssemos perdido, estávamos muito firmes no trabalho e sabendo que foi um capricho do futebol. Ninguém errou tanto para que acontecesse aquilo. Foi ação do adversário e infelicidade do nosso time.

Houve um momento em que você viu o que time havia 'dado liga'?

O momento mais recente de embalar com sete, oito vitórias consecutivas demonstrou que o time estava formado e consolidou a confiança de todos.

A saída do Diego Souza e a entrada do Willian mudaram o perfil da equipe?

Não houve uma adaptação do Diego aqui. Ele é muito bom jogador, mas não conseguiu render dentro da forma que estávamos jogando. E a vinda do Willian representou mais velocidade, um time mais ágil e com melhor recomposição.

O Diego Souza foi contratado antes de você...

Participei, (da contratação). Eu não indiquei o Diego Souza, mas aprovei a vinda dele e insisti com ele, porque sei que ele sabe jogar, apenas não conseguiu talvez porque tenha jogado pouco onde estava, demorou muito a engrenar. Ele fez, esporadicamente, boas partidas, mas, no todo, ele não teve adaptação absoluta ao nosso time.

Você não costuma se alterar em público. O que o tira do sério?

Injustiça, inverdades, desonestidade. Isso me tira do sério. Mas, no futebol, temos de estar muito tranquilos, porque, se eu estiver nervoso, passarei esse sentimento para os jogadores. Procuro sempre estar equilibrado, observando o que não está saindo, dando força para aquilo que é bom. Mas, a gente vê muita coisa no futebol que não são tão corretas ou justas, mas fazem parte do contexto.

Qual exemplo você pode dar dessas situações?

Às vezes, existe uma crítica bem fundamentada, baseada em fatos. Existe a crítica que é uma opinião. E existem poucas, é bom frisar isso, poucas críticas que são perseguidoras ou perversas e que não correspondem à realidade de uma semana de trabalho.

A 14 rodadas do fim do Brasileirão, o Cruzeiro tem 11 pontos de vantagem. Enquanto sua equipe somou 28 pontos dos últimos 30 em disputa, Atlético-PR e Grêmio tropeçaram e somaram 20 pontos. O Botafogo somou apenas 16. O que te leva a adotar discurso cauteloso sobre a proximidade do título?

Estamos tratando de jogo, e jogo é imprevisível. E muito mais jogo de futebol, que envolve 22 jogadores e um árbitro. É momento de apertar mais, estar mais atento, buscar surpreender, agregando sempre algo mais.

Há algum concorrente específico que te cause preocupação?

Nesse momento, estou procurando passar aos jogadores para não olhar para trás e olhar para frente. Olhar para 14 partidas que nos encaminharão a um objetivo maior. Nosso sonho está à frente, não atrás. Podem acontecer tropeços tanto dos adversários quanto do Cruzeiro, mas temos de estar firmes nesse propósito de fazer cada jogo o do ano para nós.

Você faz alguma projeção de pontos para o título?

Estamos trabalhando muito em relação aos jogos em casa, com aproveitamento excepcional, e buscar pontos fora. Normalmente, estando bem, forte, não sentindo confortável e buscando mais, vamos atingir número necessário.

O que pode impedir o título do Cruzeiro?

Oba-oba externo que possa nos atingir e, inconscientemente, nos colocar numa zona de conforto. Isso não vai acontecer com todos, mas, se acontece com um ou outro, pode prejudicar. Esse exercício diário estabelecido aqui na Toca é de fazer o melhor e tentar surpreender. Se está bom, temos de apertar para fazer o melhor.

O que você projeta para a sequência de sua carreira como treinador? Você sonha com Seleção Brasileira ou pensa em ir ao exterior?

Faço uma projeção canalizada no Cruzeiro, no contrato que tenho. Não tenho projeções a médio e longo prazo. A única coisa que gostaria é de que desse muito certo aqui e tivéssemos uma sequência de trabalho, podendo, a cada ano, ajustar melhor e fazer um time ainda mais forte.

Você avalia que jogadores do Cruzeiro deveriam ser lembrados para a Seleção Brasileira neste momento? Nilton e Everton Ribeiro têm sido, nacionalmente, citados como candidatos.

São jogadores que estão jogando fazendo por onde, jogando muito bem. Não me surpreenderia se fossem lembrados, já que o técnico da Seleção disse que ainda tem algumas dúvidas. Como futebol é momento, são jogadores preparados para uma oportunidade. Ficaria muito feliz porque são dois que indiquei ao Cruzeiro, se valorizaram aqui e são dois ótimos profissionais.

Quais são os jogadores que você pediu com mais veemência à diretoria para contratá-los?

Essa formação de elenco se deu com nomes que eu trouxe, nomes que o Cruzeiro já tinha e outros que surgiram depois. O Goulart, por exemplo, já tinha sido contratado e fazia parte da minha lista, assim como o Egídio. O Bruno Rodrigo também estava na minha lista. Posteriormente, foram se costurando essas negociações, o próprio Luan. Um jogador que fiquei extremamente feliz quando surgiu o nome dele foi Willian, porque não tinha lembrado da possibilidade de ele voltar, mas já tinha sido indicado ao Coritiba e monitorado lá atrás quando ainda era jogador do Vila Nova.

O Cruzeiro não tem um jogador que seja a referência do time, mas sim vários dividindo as responsabilidades de decidir partidas. O artilheiro da equipe neste momento é um volante, o Nilton. A que você atribui isso?

É uma coisa muito boa, salutar. Embora as pessoas fiquem esperando um artilheiro, mas é muito saudável você não depender só de um. Quando você tem um só fazendo a maioria dos gols, às vezes ele está fora ou muito mais marcado. O Cruzeiro tem a capacidade de se alguém for muito marcado, surpreender com a chegada de outros para finalizar.

Em 20 jogos no Mineirão, o Cruzeiro venceu 19 e empatou apenas um, contra o Santos. O que leva o Cruzeiro a ser imbatível em casa?

Não é uma coisa só, mas o que tem sido fundamental é a participação do torcedor, contagiando o time, que tem uma resposta muito boa em todos os sentidos, mas, principalmente, nos sentidos de competição e entrega.

Independentemente de equipe, quem é o melhor jogador do Campeonato Brasileiro?

Tenho de pensar. Tem muitos jogadores que se destacam. O futebol está ficando cava vez mais físico, tático e coletivo. Se você me perguntasse do Cruzeiro, o coletivo do Cruzeiro tem sido mais importante. Mesmo o Neymar tendo saído, ele pode ser o melhor jogador por tudo que realizou no tempo que jogou aqui.[11]

Primeiro título

No dia 13 de novembro de 2013, contabilizando 59 jogos pelo Cruzeiro (45 vitórias, 6 empates e 8 derrotas), Marcelo Oliveira sacramentou seu nome no hall de treinadores campeões do Cruzeiro ao conquistar seu primeiro título de expressão: o Campeonato Brasileiro 2013.

Renovação para 2014

Em outubro de 2013, Marcelo fala sobre a renovação de seu contrato com o Cruzeiro para a temporada 2014: Estou muito feliz com o ambiente e estrutura do Cruzeiro. Uma sequência é importante e interessante para todos. Mas temos que focar no momento de definição do campeonato. Uma desatenção pode ser fatal.

No dia 19 de novembro de 2013 foi anunciado[12][13] a renovação do contrato por mais um ano, até o final de 2014.

Temporada 2014

Marcelo Oliveira comemorando o Tetra Campeonato Brasileiro

Em 2014 o técnico começou o ano comemorando a conquista do Mineiro em cima do rival, e terminou mais uma vez, antecipadamente celebrando a do Brasileirão. Marcelo acabou perdendo a final da Copa do Brasil, e com isso também a chance do bi da tríplice coroa para o Cruzeiro.

Sob seu comando o Cruzeiro foi clube Brasileiro a ir mais longe na Copa Libertadores da América 2014.

Teve o seu contrato renovado[14][15] no dia 3 de dezembro até o final de 2015.

Entrevista ao Esporte Espetacular no dia 14 de dezembro.

Preparação para 2015

Em sua terceira temporada pelo Cruzeiro, Marcelo Oliveira sabe que as recentes conquistas o respaldam dentro da equipe, mas também podem servir de incentivo para os seus adversários. Por isso, o treinador busca cada vez mais talhar uma mentalidade vitoriosa em seus comandados. É com esse tipo de pensamento que o técnico bicampeão brasileiro pretende escrever novos capítulos na sua história pela Raposa.

Marcelo Oliveira falou sobre os preparativos e desafios encarados durante a pré-temporada do Cruzeiro, em entrevista ao Superesportes. Dissertou sobre as saídas de peças importantes como Ricardo Goulart, Lucas Silva, Egídio e Nilton e também analisou a chegada dos reforços Leandro Damião, Joel, Riascos, De Arrascaeta, Felipe Seymour e Fabiano. Além disso, comentou sobre uma provável transferência de Everton Ribeiro, eleito duas vezes o melhor jogador da Série A, para o futebol árabe. Por fim, destacou o planejamento para a Copa Libertadores e a busca pelo Tricampeonato Brasileiro. [16]

Ver anexo: Entrevista ao Superesportes em Janeiro de 2015

Saída

No dia 2 de junho de 2015, o Cruzeiro anuncia a saída de Marcelo Oliveira do comando do Cruzeiro.[17][18]

O que o presidente disse sobre a saída de Marcelo Oliveira:

Desde o jogo contra o Tombense, achei que já era a hora de demitir o treinador. Mas o time começou a mostrar certa reação e dei uma segurada. Mais à frente, jogamos péssima partida contra o São Paulo na Libertadores e sem fazer nada em campo pra mudar a situação. Merecíamos ter tomado uma goleada enorme. Mas como o placar foi mínimo e fora, poderíamos inverter em casa. E na volta, em Belo Horizonte, o time teve pegada diferente. Achei que dava pra continuar, pois fiz cobranças e os atletas passaram a render mais. Contra o River Plate, na Argentina, o time teve procedimento idêntico, mas depois, em Belo Horizonte, voltou aquele marasmo e aí não deu mais pra segurar. Eu tinha que fazer qualquer coisa e a troca mostrou que eu estava certo. Ponderei muito e discuti internamente o que teria de ser feito, qual a forma e o momento pra saída do treinador. E ela teria acontecido alguns dias antes, mas pesou a situação da mãe dele, que estava muito doente e veio a falecer. Esperei o quanto pude, mas um presidente de clube tem que tomar decisões. Não podia me deixar levar pelos sentimentos de amizade e de respeito ao trabalho que foi feito se as coisas estavam indo mal. Se o time passou a render menos e os jogadores não produziam a mesma coisa, era preciso sacudir e mexer. Marcelo ficou dois anos e meio no Cruzeiro, nos ajudou a conquistar títulos e somos muito gratos a ele. Mas a vida do clube continua. E nós vivemos de vitórias. O torcedor não aceita derrotas.

Títulos

Individuais

Links

Vídeos

Entrevista ao Kajuru
Reportagem especial no Globoesporte
Entrevista Donos da Bola
Donos da Bola Janeiro 2015 1/3
Donos da Bola Janeiro 2015 2/3
Donos da Bola Janeiro 2015 3/3
Despedida

Referências

  1. Site Oficial - Cruzeiro anuncia Marcelo Oliveira
  2. Superesportes - Contratação de Marcelo Oliveira
  3. Globoesporte - Cruzeiro confirma Marcelo Oliveira
  4. Terra - Cruzeiro anuncia Marcelo Oliveira
  5. Uol - Cruzeiro anuncia Marcelo Oliveira
  6. Globoesporte - Torcida faz protesto
  7. Superesportes - Apesar da rejeição Cruzeiro apresenta Marcelo Oliveira
  8. Superesportes - Marecelo destaca aproveitamento da base
  9. Superesportes - Manutenção do meia Montillo
  10. Inicio promissor Marcelo elogia elenco
  11. Marcelo fala de bastidores do Cruzeiro, chance de título e renovação contratual
  12. UOL - Renovação contrato para 2014
  13. Renovação para 2014
  14. Marcelo Oliveira renova contrato por mais um ano com o Cruzeiro
  15. Marcelo Oliveira renova até o findal de 2015
  16. Marcelo Oliveira começa 2015 com novo desafio: "Vou ter que fazer o time entrosar novamente"
  17. Após dois anos e cinco meses, Marcelo Oliveira é demitido do Cruzeiro
  18. Marcelo Oliveira não é mais o técnico do Cruzeiro Esporte Clube
  19. Globoesporte.com Técnico da seleção do Campeonato
  20. Sportv - Éverton Ribeiro leva o bi no Craque do Brasileirão